Tarde livre

domingo, 16 de novembro de 2008

Quarta-feira a Gi teve a tarde livre. Resolvemos então passear pela cidade. Planejamos tudo para andar de teleférico, mas, para o meu alívio, quando chegamos lá a máquina da morte estava desligada e só voltava a funcionar no dia seguinte.

Como continuávamos com a tarde livre, resolvemos fazer um programa mais cultural: fomos ao museu do Prado. Com a dica da Clarissa não pagamos entrada; o museu é gratuito a partir das seis horas.
Por dentro ele lembra algumas galerias do Louvre, grandes e de pé direito bem alto, mas as pinturas são muito religiosas. Quando não estavam falando de Deus e o fim do mundo, era poster de reis, duques e duquesas. E como essa galera era feia, não tinha um nobre bonito pintado por lá. 
Pra não falar mal o tempo inteiro, eu gostei de alguns quadros de Velasquez. De tudo, o que mais me chamou a  atenção foram o Jardim das Delícias e o sinistro Triunfo da morte. Depois de visitar várias galerias com Goya, Velázquez, Ribera e El Greco - e lembrar de algumas aulas da ECO - continuo com a impressão que nenhum outro museu vai ser mais interessante que o D'Orsay. 

Foto do quadro que me deixou nervoso...


Um comentário:

Antônia disse...

Caraca, muito bom o seu comentario! Você disse uma parada que eu sempre quis saber. Não fui no Prado, mas depois do Louvre acho que estou com a minha dose vital de pinturas antigas, marrons, com pessoas doentes e sofrendo. E depois do D'Orsey (e do Pompidou) parece que nenhum museu é tão legal...